A DGS mudou de opinião e agora recomenda o uso generalizado de máscaras não cirúrgicas numa nova informação.

Nas últimas semanas, a Direção-geral da Saúde (DGS) afirmou e aconselhou que : as máscaras dão “uma falsa sensação de segurança”. Apesar de agora, pela primeira vez, admitir o uso generalizado destes equipamentos de proteção individual, o alerta mantém-se verdadeiro. Após se aconselhar com a OMS a DGS alargou a recomendação de uso generalizado de máscaras cirugicas e outras.

Esta segunda-feira, a DGS emitiu uma nova informação que recomenda o uso de máscaras comunitárias (não cirúrgicas) por qualquer pessoa em espaços fechados, como supermercados, farmácias e transportes públicos, como “medida adicional” às já adotadas contra o novo coronavírus.

O que diz a nova diretiva?

Aplicando o Princípio da Precaução em Saúde Pública, “é de considerar uso de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas, como medida de proteção adicional ao distanciamento social, à higiene das mãos e à etiqueta respiratória”.

No mercado existem vários sites de venda de máscaras cirúrgicas, mascaras bico de pato e outras máscaras com a Norma N95 ou FFP2

O documento subscrito por Graça Freitas ressalva que eficácia da utilização generalizada de máscaras pela comunidade na prevenção da infeção não está provada. Contudo, perante a emergência de uma doença nova, “a evidência vai evoluindo a cada momento e é afirmada num modelo colaborativo de experiências, antes do surgimento de evidência científica de maior rigor”.

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